Um exemplo — não é um cliente real
Como esse roteiro se sairia numa situação parecida
Pra deixar isso concreto sem expor nenhum cliente real, seguimos aqui uma situação hipotética, mas comum: um escritório de contabilidade onde um sócio fundador negociava tudo de cabeça, contratou dois associados, e em poucos meses cada um dava um desconto diferente pro mesmo tipo de serviço — e o escritório perdia margem sem perceber onde.
O primeiro passo não seria revisar a tabela de honorários. Seria decidir o que, entre o jeito de cada sócio, já funcionava e merecia virar regra — e o que era só critério de quem estava disponível naquele dia.
Só depois dessa triagem entraria a parte visível: um roteiro revisado, um banco de respostas pras objeções mais comuns sobre preço, e um guia curto o bastante pra um associado novo aplicar sozinho.
Vale repetir: isto é uma reconstrução da Formação de Acordos só pra explicar o método — não é uma negociação real, nem um cliente identificável.