Pular para o conteúdo
Formação de Acordos

Processo

Como conduzimos o método de negociação

Existe atalho seguro entre “precisamos negociar melhor” e um método que continua funcionando daqui a um ano? Não. Existem etapas — e pular qualquer uma custa mais caro depois do que custaria no início.

  1. O que está acontecendo, de fato?

    A primeira conversa não é sobre roteiro. É sobre o escritório: com quem vocês negociam, como cada sócio lida com isso hoje mesmo que de formas diferentes, e o que já foi tentado antes sem sucesso. Boa parte do diagnóstico é entender por que a última tentativa não pegou.

    O resultado desta etapa não é uma lista de adjetivo tipo “consultivo” ou “estratégico” — é um documento curto descrevendo o que o escritório precisa resolver, com quem, com exemplo concreto do que não funciona mais.

    Antes do primeiro roteiro
  2. O que o mercado já faz?

    Com o diagnóstico em mãos, a Formação de Acordos levanta como o mercado já negocia: concorrente direto, referência de fora do setor e o histórico do próprio escritório, quando existe algum registro.

    É aqui que nasce o banco de objeções — proposta recusada, e-mail de renegociação, qualquer material que ajude a confirmar se uma abordagem segura além da reunião de treinamento. A referência serve pra descartar caminho óbvio, não pra copiar concorrente.

    O que o mercado já faz
  3. Qual caminho faz sentido?

    Só depois das duas etapas anteriores a Formação de Acordos começa a esboçar o roteiro. Normalmente surgem duas ou três direções bem diferentes entre si — não variação da mesma ideia — pra que a escolha do escritório seja sobre direção, não sobre detalhe de frase.

    Cada direção chega com a lógica explicada: por que essa abertura, por que essa ordem de objeção, e como isso se conecta ao diagnóstico da primeira etapa.

    De onde vem o roteiro
  4. Estruturação do método

    Escolhido o caminho, o trabalho deixa de ser sobre uma abertura isolada e passa a ser sobre o método inteiro: banco de resposta com orientação de uso, ordem de argumento completa e as primeiras aplicações reais — reunião formal, e-mail, proposta escrita — pra testar se a lógica segura fora do treinamento.

    É comum ajustar a abertura nessa fase — não porque estava errada, mas porque o método revela problema que uma reunião isolada esconde: objeção que ninguém previu, tom que soa mal por escrito, ordem que não aguenta uma negociação mais longa.

    Do argumento ao método
  5. Entrega e manual do método

    O programa se encerra com a entrega do material completo e um guia — documento que explica não apenas o método, mas como aplicá-lo em situações que a Formação de Acordos ainda não previu.

    Um método bem documentado sobrevive à saída da formação: qualquer associado, sócio novo ou parceiro contratado depois consegue aplicar o roteiro corretamente, sem reinventar decisão que já foi tomada.

    O que fica com o escritório

O que sai caro depois

O que costuma dar errado quando se pula uma etapa?

E se pularmos o diagnóstico?

O roteiro sai bem escrito, mas não resolve nada específico daquele escritório — poderia estar em qualquer concorrente do mesmo setor, sem ninguém notar diferença.

E se pularmos a pesquisa?

O roteiro novo sai parecido com a tendência de atendimento do momento e envelhece junto com ela — em pouco tempo soa datado, mesmo sem mudar nada.

E se ninguém documentar nada?

Cada associado novo aplica o roteiro de um jeito diferente, e o método se perde em menos de um ano — voltando ao mesmo problema de inconsistência que motivou a formação.

Quer ver como isso se aplicaria ao seu escritório?

Descreva em que etapa vocês estão hoje — mesmo que seja “não sei por onde começar” — e a Formação de Acordos responde com um próximo passo concreto.

Marcar conversa